Pesquisa Guilherme de Lima, Brayan Silva, Bernardo Silva, Lucas Barros , Lucca Amadeu (turma 2C); Olavo Alves Figueiredo e Lucas Cordeiro Gomes (turma 2D), ensino médio, CAp-Uerj.
Nascimento: Rio de janeiro, 1960
Kaká de Oliveira é um artista visual do Rio de Janeiro. Seu trabalho começou nas comunidades cariocas e foi ganhando visibilidade por sua originalidade e reaproveitamento criativo de objetos descartados.

O artista realiza suas obras com base no dia a dia. Segundo o instagram @histartemfoco, o autor busca reutilizar materiais que em algum momento foram descartados no lixo para construir as suas obras.

O artista também utiliza pequenos pedaços de azulejos, fios, madeiras, cordas e etc, para realizar suas obras. Manuseando tijolos, pratos quebrados, cabos de fiação e outros materiais descartáveis para a maioria das pessoas, o artista explora o mundo e a realidade da comunidade em quadros, escadas e muros. Para ele, que aprendeu de forma autodidata, cada obra sua leva de 30 a 60 dias de produção. De ferramentas, ele utiliza um pequeno alicate de corta fio e cimento para dar o acabamento.
Com o tempo, ele se tornou uma referência local na arte de mosaico, especialmente por revestir muros e espaços públicos com suas obras, promovendo arte acessível e comunitária.

“Antes da pandemia, eu tinha uma vida totalmente diferente de agora. Sou amante do Surf e também praticava algumas corridas. Em uma delas, por exemplo, vi uma arte de mosaico lá em Copacabana e achei lindo demais, mas nunca pensei em fazer isso. Aí, chegou o coronavírus e me vi na necessidade de fazer algo por mim e me sentir vivo de novo. Decidi trazer para a favela esse estilo artístico”, explica.
Além das obras realizadas em casa, Kaká também construiu uma escadaria colorida em frente ao seu endereço, semelhante à Escadaria Selaron da Lapa, na região central do Rio de Janeiro. Conforme diz o artista, a democratização cultural é uma ação que possibilita novos sonhos e objetivos dentro da favela.
Visando esse objetivo de ampliação do acesso à cultura pelo Complexo da Penha e nas comunidades próximas, Kaká e sua filha, Victória de Oliveira, de 25 anos, construíram o Teatro Popular Morreba, há dois anos. Lá, as crianças e adolescentes aprendem tudo sobre apresentações artísticas, construção de roteiros, literatura, interpretação e mais técnicas relacionadas ao palco.
https://www.instagram.com/kakadeoliveiraa?igsh=ZmI2dThrZnF2Y2xy

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